terça-feira, 29 de junho de 2010

Fraldas Sujas

Esse século tem nos trazido muitas novidades e crescimento tecnológico incríveis. Tudo é mais rápido, mais fácil, mais confortável. Estamos evoluindo para eliminar a dor, doenças, sinais de envelhecimento. Pelo menos é o que parece pelas propagandas que vemos na mídia, não é verdade?

O ser humano está acelerado demais, principalmente nas culturas "mais evoluídas". Coloco entre aspas, pois questiono se estamos realmente evoluindo (que dá a idéia de que as coisas estão melhores). Mas podemos estar evoluindo para pior. E agora estamos diante de expectativas impossíveis de que podemos fazer mudanças rápidas até nos seres humanos.

Então eu pergunto: quanto tempo demorou para você parar de fazer suas necessidades na fralda? E isso nem era uma coisa tão complicada! Então porque essa expectativa que permeia empresas, famílias, relacionamentos, de que qualquer mudança em si próprio ou no outro tem que ser vista rapidamente ou então é melhor esquecer tudo?

Vamos lembrar que as lições que aprendemos nessa vida são como a cebola: existem várias camadas, e cada vez que se descasca uma para ir um pouco mais fundo, vamos chorar um pouquinho. Mas não tem como chegar na camada do meio sem passar pelas outras. Calma. Se dê o tempo necessário para absorver cada lição da vida e faça o mesmo pelos outros.

Abraço!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Relacionamento: As 6 Necessídades Básicas do Ser Humano

Você já conhece as 6 necessidades básicas definidas por Tony Robbins? Resumem bem o que todo ser humano procura através de relacionamentos, prazeres, atividades, etc. Como esse conhecimento pode ajudar em nossos relacionamentos (familiares, amorosos, profissionais, amizades, etc.)?

Se você quer ter auto-liderança para liderar bem os seus relacionamentos (ser uma influência positiva), conhecer as necessidades básicas vai te ajudar a evitar conflitos que surgem por expectativas frustradas e percepções distorcidas. Analise primeiro como você busca satisfazer cada uma das necessidades e, então, ficará mais fácil distinguir como os outros o fazem.

1. Certeza - todo ser humano precisa se sentir seguro, que existe coisas que são certas e com as quais podem sempre contar. (As pessoas na sua vida podem contar com você?)

2. Incerteza - também precisamos de variedade, se não a vida vira uma rotina sem graça. (Já pensou em fazer coisas de surpresa para alguém? Lembra de procurar aventuras para viverem juntos?)

3. Amor/Conexão - ninguém é uma ilha. Somos seres sociais e precisamos saber que alguém nos ama e estamos conectados com outras pessoas. (Lembra de manter o contato e demonstrar e dizer o quanto as pessoas são importantes para você?)

4. Significado - precisamos saber que existe uma razão, um propósito por existirmos. (Já falou para alguém que precisa dele/a? Que ele/a faz diferença?)

5. Crescimento - temos de sentir que estamos evoluindo, crescendo como pessoa. (Como você pode contribuir para o crescimento dele/a? Você apoia quando ele/a querem buscar coisas novas para crescer?)

6. Contribuição - há uma necessidade inerente de fazer parte de algo maior que nós mesmos, servirmos uma causa, um Ser Universal. (O que você faz para contribuir para criar um mundo melhor para todos?)

Abraço.

Coração de Servo - Liderança Madura

Tomo emprestada novamente a postagem brilhante de Rick Warren sobre o que significa ter um coração de servo. O líder maduro é aquele que já atingiu um alto nível de consciência e sabe o propósito para o qual foi criado: servir aos outros, ao mundo, para servir a Deus.

Monday, June 28, 2010

Whoever wants to be great must become a servant. Mark 10:43 (MSG)

"It is possible to serve in church for a lifetime without ever being a servant. You must have a servant’s heart."

The world defines greatness in terms of power, possessions, prestige, and position. If you can demand service from others, you’ve arrived. In our me-first culture, acting like a servant is not a popular concept.

Jesus, however, measured greatness in terms of service, not status. God determines your greatness by how many people you serve, not how many people serve you.

This is so contrary to the world’s idea of greatness that we have a hard time understanding it, much less practicing it. The disciples argued about who deserved the most prominent position, and 2,000 years later, people still jockey for position and prominence.

Thousands of books have been written on leadership, but few on servanthood. Everyone wants to lead; no one wants to be a servant. We would rather be generals than privates. Even Christians want to be “servant-leaders,” not just plain servants. But to be like Jesus is to be a servant. That’s what he called himself.

While knowing your shape is important for serving God, having the heart of a servant is even more important. Remember, God shaped you for service, not for self-centeredness. Without a servant’s heart, you will be tempted to misuse your shape for personal gain. You will also be tempted to use it as an excuse to exempt yourself from meeting some needs.

God often tests our hearts by asking us to serve in ways we’re not shaped. If you see a man fall into a ditch, God expects you to help him out, not say, “I don’t have the gift of mercy or service.”

While you may not be gifted for a particular task, you may be called to do it if no one who is gifted at it is around. Your primary ministry should be in the area of your shape, but your secondary service is wherever you’re needed at the moment.

Your shape reveals your ministry, but your servant’s heart will reveal your maturity. No special talent or gift is required to stay after a meeting to pick up trash or stack chairs. Anyone can be a servant. All it requires is character.

It is possible to serve in church for a lifetime without ever being a servant. You must have a servant’s heart.

How can you know if you have the heart of a servant?

Jesus said, “You can tell what they are by what they do” (Matthew 7:16 CEV).