Mas acabo de passar uma semana intensa em um curso sobre Liderança Servidora (a tradução mais aproximada da expressão Servant Leadership). Neste curso, o foco foi a questão de encontrar nossa verdadeira identidade.
Todo servo tem um mestre. A quem escolho servir? Como eu escolhi desde cedo servir ao Mestre dos mestres - Jesus - suas prioridades e natureza devem se tornar as minhas. A prioridade Dele é seu relacionamento com as pessoas. Como serva (por escolha) Dele, meu papel é ministrar o amor Dele às pessoas.
E qual é o primeiro lugar onde posso começar a fazer isso? Na minha família! Então, se eu ministro para eles para servir ao Mestre, minha identidade não fica presa ao comportamento deles.
Lembrando da analogia do iceberg: a parte de cima, a menor, é a parte que os outros vêem e podem atingir. Mesmo que queiram não conseguem atingir lá no fundo, no meio da parte de baixo. É lá que devemos colocar nosso centro de gravidade: em nossa identidade. Nossa verdadeira identidade. E somos um reflexo de quem servimos.
A pergunta é: Quem é meu mestre?

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