segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fator Felicidade

Uma nova métrica que começa a ganhar importância no mundo e nas organizações é o Fator Felicidade (Joy Factor). Não basta falar em desenvolvimento, crescimento, motivação. O que está por trás de tudo isso é quanto uma pessoa está FELIZ em trabalhar onde trabalha, em viver onde vive, em estudar, em fazer, com quanto ganha, o quanto contribui, etc. Sua felicidade também contribui para seu equilíbrio emocional, saúde e relacionamentos.

Aristóteles já disse: "Conhece-se mais sobre uma pessoa com uma hora de brincadeira juntos do que anos de conversa." Como líder, como estou contribuindo para elevar o nível de Felicidade na minha organização, na minha comunidade, na minha família....?

Citando novamente Seth Godin:

Organizing for joy

Traditional corporations, particularly large-scale service and manufacturing businesses, are organized for efficiency. Or consistency. But not joy.

McDonalds, Hertz, Dell and others crank it out. They show up. They lower costs. They use a stopwatch to measure output.

The problem with this mindset is that as you approach the asymptote of maximum efficiency, there's not a lot of room left for improvement. Making a Chicken McNugget for .00001 cents less isn't going to boost your profit a whole lot.

Worse, the nature of the work is inherently un-remarkable. If you fear special requests, if you staff with cogs, if you have to put it all in a manual, then the chances of amazing someone are really quite low.

These organizations have people who will try to patch problems over after the fact, instead of motivated people eager to delight on the spot.

The alternative, it seems, is to organize for joy. These are the companies that give their people the freedom (and yes, the expectation) that they will create, connect and surprise. These are the organizations that embrace someone who makes a difference, as opposed to searching for a clause in the employee handbook that was violated.


Então vamos organizar para a felicidade. As pessoas precisam de liberdade (isso as valida como seres inteligentes, capazes) para criar, conectar e surpreender. Seus colaboradores sempre vão atender suas expectativas, quer sejam boas ou ruins.

Tudo que focamos, cresce. Então vamos focar no positivo, investir para que esses pontos cresçam, e o negativo pode ser administrado - não vai atrapalhar quando o que temos de bom está forte e predominando. :-)

Abraço!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Seth Godin on Mentoring

Heroes and mentors

Mentors provide bespoke guidance. They take a personal interest in you. It's customized, rare and expensive.

Heroes live their lives in public, broadcasting their model to anyone who cares to look.

The internet has created a long tail of heroes. There are tens of thousands of musicians, artists, entrepreneurs, social leaders, politicians (okay, maybe not thousands of these), coders and colleagues to find and emulate. WWHD. What would my hero do?

I find heroes everywhere I look. I find people who speak to me over my shoulder, virtual muses, who encourage me to solve a problem or deal with a situation the way they would. This is thrilling news, because there are so many heroes, so freely available, whenever we need them.

For all the people out there using the fact that Jeff Bezos (or Jacqueline Novogratz or Husain Abdullah or Chris Anderson or Anne Jackson) won't be their mentor as an excuse for inaction, there are a dozen who realize that their example is enough.

Like a custom made suit, a mentor is a fine thing to have if you can find or afford it. But for the rest of us, heroes will have to do.

domingo, 10 de outubro de 2010

Mentoring - parte essencial da Liderança

Mentoring nas Universidades
Uma Necessidade!


Neste últimos anos vem aumentando o número de universidades no país, e consequentemente um maior número de estudantes que na sua maioria se formam sem estarem preparados para o mundo corporativo, um Mercado onde as organizações demandam profissionais com perfil empreendedor.

Qual é a razão de tudo isto?
Existem muitas razões, vou numerar as principais na minha visão:
Um grande número de professores, embora com excelente formação, títulos de especializações, mestrados ou doutorados, não tem experiência no mundo corporativo;
Alunos mais preocupados com o sistema de avaliação do que em aprender a relação prática de determinada disciplina com a realidade do Mercado de trabalho;
Os alunos saem das universidades sem o mínimo de conhecimento daquelas competências emocionais e comportamentais que qualquer profissional precisa ter independentemente de sua formação, como auto-liderança, liderança, comunicação, trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, entre outras;
Professores mais preocupados em cumprir com o conteúdo programático do que com a aprendizagem dos alunos em si;

Nem todos os professores entendem que a sua missão vai além de simplesmente ministrar uma disciplina, que sua missão é preparar jovens para fazer diferença em suas organizações, na sua comunidade, em fim jovens visionários… daí a idéia de um programa de mentoring nas universidades.

Como Introduzir um Programa de Mentoring na Universidade?

Primeiro Passo: Seria a seleção de professores com perfil diferenciado, focando no crescimento das pessoas, depois treiná-los em técnicas de mentoring, capacitando-os a atuar no mentoring coletivo e individual de alunos.

Outra opção seria ter profissionais da área de desenvolvimento de pessoas designados especificamente para esse trabalho, como no sistema das universidades norte-americanas, onde existe um departamento de orientação e aconselhamento.

Aí, sim, a universidade estaria preprada para ajudar os alunos a terem um visão global das disciplinas de um determinado curso, sabendo escolher aquelas que mais gostaram – suas forças - e que poderiam tirar o máximo proveito destas competências no Mercado de trabalho.

Por exemplo, o curso de administração é um curso muito aberto, multi-curricular, com disciplinas como: Gestão de Pessoas; Gestão da Produção; Gestão de Logística; Gestão de Finanças; Governança Corporativa; Gestão de Vendas e Marketing… a lista é longa, enfim é um conjunto de macro competências e suas sub-competências…

Segundo Passo: Focando as Competências Essenciais. O mentor ajudaria os alunos a escolherem aquelas competências para quais eles têm mais facilidade, aquelas que fazem parte do seus dons naturais. No mercado existem uma serie de ferramentas de auto-avaliação, de análise de perfil pessoal, como, por exemplo, o Career Anchor que é uma excelente ferramenta de autoavaliação.

Terceiro Passo: Desenvolver os alunos naquelas competências emocionais e comportamentais altamente demandas pelas organizações como: liderança; negociação; condução de reuniões; trabalho em equipe; etc. Sabemos que os professores dão muitos trabalhos em grupos de um modo geral, mas não trabalham muito estas competências durante o trabalho. O foco é mais no resultado final do trabalho do que como as competências foram utilizadas, etc.

Quarto Passo: Planejamento de Carreira. O mentor ajudaria os alunos em: Como planejar a sua carreira; como fazer um currículo vitae que venda seus conhecimentos, habilidades; como participar de uma entrevista, e mostrar as suas habilidades em uma dinâmica de seleção;

Concluindo,
Um programa de mentoring nas universidades seria uma solução para o apagão de talentos que estamos enfrentando hoje. Está na hora das universidades reverem o seu papel, a sua missão, e realmente se preocupar em formar jovens realmente preparados para o mundo corporativo, com espírito empreendedor, visionários, influenciadores de pessoas, focados em fazer diferença em suas organizações, na sociedade, enfim, na nação.

Josué Melo
Consultor de RH
Leadership Brasil Consultoria
Josue.melo@rh.adm.br
11 – 9181 0867

Priscila Assumpção Scripnic
Coaching Integral Centrado em Valores
Consultoria em Liderança Organizacional
Mirror Leadership
priscila@mirrorleadership.com.br
(11)9257-7550