terça-feira, 16 de novembro de 2010
Liderança: Tipos de Seguidores
É importante lembrar que isso não implica em posição, mas em atitude. Ainda vejo um pouco de confusão. Tem gente que já quer sair líder sem passar pela experiência de antes ser um excelente Follower (seguidor) - um que serve um propósito comum com seu líder, que apóia seu líder, protege, serve, assume responsabilidade (mesmo quando não recebe o crédito) e também sabe confrontar quando necessário, na hora certa, do jeito certo, com respeito e deferência. Essa etapa é importantíssima e imprescindível para a formação de qualquer líder. Não dá para pular. É na fase de ser um bom seguidor que aprendemos mais sobre a vida, aprendemos quem somos e a respeitar mais o próximo.
Ira Chaleff, em seu livro "Courageous Follower", difere quatro tipos de Followers:
- Recurso (aquele que não está muito envolvido mental e emocionalmente, mas está lá pronto para ajudar) - ele não dá muito apoio ao líder, mas também não o confronta.
- Individualista (aquele que está sempre argumentando) - ele confronta o líder e questiona, só que não dá muito apoio.
- Implementador (aquele que corre fazer tudo que o líder pede) - ele dá muito apoio ao líder, mas nunca o confronta.
- Parceiro (aquele que questiona, analisa perante a meta comum, e faz o que o líder pede) - ele dá muito apoio ao líder, e usa o confronto para ajudar, manter o líder no trilho certo se ele começar a desviar dele.
Todos os tipos de Followers são importantes e tem seu papel na equipe. Só que quem está se preparando melhor para um futuro papel de liderança é o...???? Adoraria saber a resposta de vocês e porque escolheram essa resposta. Podem usar o espaço de comentários.
Só para refletir: Para ser um bom líder, SIGA seu coração, SIGA seu sonho, e nunca desista.
Abraço.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Fator Felicidade
Aristóteles já disse: "Conhece-se mais sobre uma pessoa com uma hora de brincadeira juntos do que anos de conversa." Como líder, como estou contribuindo para elevar o nível de Felicidade na minha organização, na minha comunidade, na minha família....?
Citando novamente Seth Godin:
Organizing for joy
Traditional corporations, particularly large-scale service and manufacturing businesses, are organized for efficiency. Or consistency. But not joy.
McDonalds, Hertz, Dell and others crank it out. They show up. They lower costs. They use a stopwatch to measure output.
The problem with this mindset is that as you approach the asymptote of maximum efficiency, there's not a lot of room left for improvement. Making a Chicken McNugget for .00001 cents less isn't going to boost your profit a whole lot.
Worse, the nature of the work is inherently un-remarkable. If you fear special requests, if you staff with cogs, if you have to put it all in a manual, then the chances of amazing someone are really quite low.
These organizations have people who will try to patch problems over after the fact, instead of motivated people eager to delight on the spot.
The alternative, it seems, is to organize for joy. These are the companies that give their people the freedom (and yes, the expectation) that they will create, connect and surprise. These are the organizations that embrace someone who makes a difference, as opposed to searching for a clause in the employee handbook that was violated.
Então vamos organizar para a felicidade. As pessoas precisam de liberdade (isso as valida como seres inteligentes, capazes) para criar, conectar e surpreender. Seus colaboradores sempre vão atender suas expectativas, quer sejam boas ou ruins.
Tudo que focamos, cresce. Então vamos focar no positivo, investir para que esses pontos cresçam, e o negativo pode ser administrado - não vai atrapalhar quando o que temos de bom está forte e predominando. :-)
Abraço!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Seth Godin on Mentoring
Mentors provide bespoke guidance. They take a personal interest in you. It's customized, rare and expensive.
Heroes live their lives in public, broadcasting their model to anyone who cares to look.
The internet has created a long tail of heroes. There are tens of thousands of musicians, artists, entrepreneurs, social leaders, politicians (okay, maybe not thousands of these), coders and colleagues to find and emulate. WWHD. What would my hero do?
I find heroes everywhere I look. I find people who speak to me over my shoulder, virtual muses, who encourage me to solve a problem or deal with a situation the way they would. This is thrilling news, because there are so many heroes, so freely available, whenever we need them.
For all the people out there using the fact that Jeff Bezos (or Jacqueline Novogratz or Husain Abdullah or Chris Anderson or Anne Jackson) won't be their mentor as an excuse for inaction, there are a dozen who realize that their example is enough.
Like a custom made suit, a mentor is a fine thing to have if you can find or afford it. But for the rest of us, heroes will have to do.
domingo, 10 de outubro de 2010
Mentoring - parte essencial da Liderança
Uma Necessidade!
Neste últimos anos vem aumentando o número de universidades no país, e consequentemente um maior número de estudantes que na sua maioria se formam sem estarem preparados para o mundo corporativo, um Mercado onde as organizações demandam profissionais com perfil empreendedor.
Qual é a razão de tudo isto?
Existem muitas razões, vou numerar as principais na minha visão:
Um grande número de professores, embora com excelente formação, títulos de especializações, mestrados ou doutorados, não tem experiência no mundo corporativo;
Alunos mais preocupados com o sistema de avaliação do que em aprender a relação prática de determinada disciplina com a realidade do Mercado de trabalho;
Os alunos saem das universidades sem o mínimo de conhecimento daquelas competências emocionais e comportamentais que qualquer profissional precisa ter independentemente de sua formação, como auto-liderança, liderança, comunicação, trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, entre outras;
Professores mais preocupados em cumprir com o conteúdo programático do que com a aprendizagem dos alunos em si;
Nem todos os professores entendem que a sua missão vai além de simplesmente ministrar uma disciplina, que sua missão é preparar jovens para fazer diferença em suas organizações, na sua comunidade, em fim jovens visionários… daí a idéia de um programa de mentoring nas universidades.
Como Introduzir um Programa de Mentoring na Universidade?
Primeiro Passo: Seria a seleção de professores com perfil diferenciado, focando no crescimento das pessoas, depois treiná-los em técnicas de mentoring, capacitando-os a atuar no mentoring coletivo e individual de alunos.
Outra opção seria ter profissionais da área de desenvolvimento de pessoas designados especificamente para esse trabalho, como no sistema das universidades norte-americanas, onde existe um departamento de orientação e aconselhamento.
Aí, sim, a universidade estaria preprada para ajudar os alunos a terem um visão global das disciplinas de um determinado curso, sabendo escolher aquelas que mais gostaram – suas forças - e que poderiam tirar o máximo proveito destas competências no Mercado de trabalho.
Por exemplo, o curso de administração é um curso muito aberto, multi-curricular, com disciplinas como: Gestão de Pessoas; Gestão da Produção; Gestão de Logística; Gestão de Finanças; Governança Corporativa; Gestão de Vendas e Marketing… a lista é longa, enfim é um conjunto de macro competências e suas sub-competências…
Segundo Passo: Focando as Competências Essenciais. O mentor ajudaria os alunos a escolherem aquelas competências para quais eles têm mais facilidade, aquelas que fazem parte do seus dons naturais. No mercado existem uma serie de ferramentas de auto-avaliação, de análise de perfil pessoal, como, por exemplo, o Career Anchor que é uma excelente ferramenta de autoavaliação.
Terceiro Passo: Desenvolver os alunos naquelas competências emocionais e comportamentais altamente demandas pelas organizações como: liderança; negociação; condução de reuniões; trabalho em equipe; etc. Sabemos que os professores dão muitos trabalhos em grupos de um modo geral, mas não trabalham muito estas competências durante o trabalho. O foco é mais no resultado final do trabalho do que como as competências foram utilizadas, etc.
Quarto Passo: Planejamento de Carreira. O mentor ajudaria os alunos em: Como planejar a sua carreira; como fazer um currículo vitae que venda seus conhecimentos, habilidades; como participar de uma entrevista, e mostrar as suas habilidades em uma dinâmica de seleção;
Concluindo,
Um programa de mentoring nas universidades seria uma solução para o apagão de talentos que estamos enfrentando hoje. Está na hora das universidades reverem o seu papel, a sua missão, e realmente se preocupar em formar jovens realmente preparados para o mundo corporativo, com espírito empreendedor, visionários, influenciadores de pessoas, focados em fazer diferença em suas organizações, na sociedade, enfim, na nação.
Josué Melo
Consultor de RH
Leadership Brasil Consultoria
Josue.melo@rh.adm.br
11 – 9181 0867
Priscila Assumpção Scripnic
Coaching Integral Centrado em Valores
Consultoria em Liderança Organizacional
Mirror Leadership
priscila@mirrorleadership.com.br
(11)9257-7550
domingo, 12 de setembro de 2010
Liderança:Leitura da Realidade
Esse vídeo é muito interessante e mostra a importância do líder estar ligado na realidade, ser capaz de interpretar o que está acontecendo, para poder influenciar efetivamente a cultura, a comunidade, ou qualquer que seja o seu círculo de influência. Vale a pena assistir e refletir, e até questionar se é assim que você vê o que está acontecendo na atualidade.
No final do vídeo, Seth fala de um ponto chave da liderança: a linguagem mais efetiva é a de "contar histórias". Outro ponto que vale a pena destacar é a necessidade que todo ser humano tem de saber que faz falta (significado).
Abraço.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Aprendendo sobre Liderança: O que NÃO fazer
Desabafo de um médico...
Lula, por que não te calas?
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Dan Cobley: What physics taught me about marketing | Video on TED.com
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
“A capacidade pouco vale sem a oportunidade”
Seth Priebatsch: The game layer on top of the world | Video on TED.com
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Liderança e Reflexão
terça-feira, 10 de agosto de 2010
IE e Auto-Liderança
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Um Brasil Mais Ético
terça-feira, 29 de junho de 2010
Fraldas Sujas
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Relacionamento: As 6 Necessídades Básicas do Ser Humano
Coração de Servo - Liderança Madura
Monday, June 28, 2010 | |
Whoever wants to be great must become a servant. Mark 10:43 (MSG)
The world defines greatness in terms of power, possessions, prestige, and position. If you can demand service from others, you’ve arrived. In our me-first culture, acting like a servant is not a popular concept. Jesus, however, measured greatness in terms of service, not status. God determines your greatness by how many people you serve, not how many people serve you. This is so contrary to the world’s idea of greatness that we have a hard time understanding it, much less practicing it. The disciples argued about who deserved the most prominent position, and 2,000 years later, people still jockey for position and prominence. Thousands of books have been written on leadership, but few on servanthood. Everyone wants to lead; no one wants to be a servant. We would rather be generals than privates. Even Christians want to be “servant-leaders,” not just plain servants. But to be like Jesus is to be a servant. That’s what he called himself. While knowing your shape is important for serving God, having the heart of a servant is even more important. Remember, God shaped you for service, not for self-centeredness. Without a servant’s heart, you will be tempted to misuse your shape for personal gain. You will also be tempted to use it as an excuse to exempt yourself from meeting some needs. God often tests our hearts by asking us to serve in ways we’re not shaped. If you see a man fall into a ditch, God expects you to help him out, not say, “I don’t have the gift of mercy or service.” While you may not be gifted for a particular task, you may be called to do it if no one who is gifted at it is around. Your primary ministry should be in the area of your shape, but your secondary service is wherever you’re needed at the moment. Your shape reveals your ministry, but your servant’s heart will reveal your maturity. No special talent or gift is required to stay after a meeting to pick up trash or stack chairs. Anyone can be a servant. All it requires is character. It is possible to serve in church for a lifetime without ever being a servant. You must have a servant’s heart. How can you know if you have the heart of a servant? Jesus said, “You can tell what they are by what they do” (Matthew 7:16 CEV). |
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Empresas Familiares - Boas Dicas!
Os caminhos da boa gestão familiar
Confira as dicas dadas por Eleusa Melgaço, diretora executiva do The Family Business Network Brasil
A gestão corporativa familiar sempre foi, é e deverá continuar sendo um enorme desafio para os gestores, sejam eles membros ou não da família. Nesta edição do Você Pergunta, o HSM Online traz Eleusa Maria Garcia Melgaço, diretora executiva do The Family Business Network Brasil, entidade que reúne as maiores famílias empresárias do mundo e presidente do Conselho de Família do Grupo Algar, para responder questões sobre a epopéia de gerir uma empresa familiar.
Eleusa compartilha atualmente do conceito de governança invisível desenvolvido dentro do Grupo Algar. Ainda pouco conhecido no Brasil, o conceito basicamente diz respeito a todos os processos que ajudam a manter uma relação saudável entre os membros da família (que não “aparecem” no dia-a-dia) e os executivos da empresa.
Para isso foram criados canais formais dentro da empresa para que os anseios da família cheguem à organização, sem prejudicar sua governança. Desde a constituição do organograma, que contempla uma estrutura decisória com dois conselhos estratégicos: o de administração e o “de família”, até um processo formal para qualificação da relação entre a família e os negócios, com reuniões quatro vezes por ano, para manter a coesão do grupo.
Confira abaixo a entrevista.
1 - Quais os primeiros passos para iniciar uma mudança e estruturação de “uma gestão invisível” em uma empresa familiar, concentrada na figura do dono (principal gestor e acionista), quando se trata de criar uma nova cultura, adequar as estruturas e ainda adequar os gestores que agem individualmente, sob a figura do patriarca? Enviada por Alcides Ziglioli.
Eleusa Melgaço: Para uma boa governança invisível é fundamental o envolvimento da família (membros de diferentes gerações) para o alinhamento dos valores. A criação de regras antes da necessidade das mesmas também diminui a possibilidade de conflitos futuros. Elas podem fazer parte da Constituição da Família. E por último, mas não menos importante, estabeleça fóruns distintos para se conversar: Conselho de Família ou Sócios, Conselho de Administração e demais comitês e Assembléias de Acionistas. Referente à concentração do negócio na figura do dono, cito como exemplo a profissionalização do Grupo Algar e a gestão de governança, que possibilitaram juntas que as mudanças ocorressem de forma natural ao longo dos anos. E cada detalhe ajuda. Na relação família e gestores, por exemplo, os papéis e os fóruns devem estar bem definidos assim como valores e cultura da empresa.
2 - Em média qual o tempo considerado adequado para conduzir uma transformação dessa magnitude? Enviada por Alcides Ziglioli.
EM - Cada família tem uma complexidade diferente. Não existe um tempo padrão. Variáveis como tamanho da empresa, números de funcionários e familiares envolvidos, linhas de negócios, influenciam no tempo necessário para qualquer transformação. Vale lembrar que governança não é um programa implantado na empresa – é um modelo de gestão.
3 - De que maneira o Conselho de Família costuma orientar as empresas familiares com relação a sucessão e manutenção do negócio, nos casos de falecimento de algum dos sócios ou de uma pessoa-chave nesta empresa? Enviada por Luciana Pitta.
EM- A sucessão deve ser pensada antes da necessidade. Da mesma forma, a formação dos herdeiros – para o papel de acionista – é de fundamental importância; independentemente de estarem futuramente na gestão ou não. Para conhecimento, é comum também que o controle seja familiar, mesmo que o principal executivo não seja da família. O importante é que a família esteja preparada como acionista, estando presente ou representada por um membro no Conselho de Administração ou de sócios.
4 - Segundo especialistas em consultoria empresarial, a sucessão é uma questão fundamental para o futuro de uma empresa de gestão familiar. Como as empresas brasileiras se preparam para essa fase de transição? Enviada por Luciana Pitta.
EM - Conforme citado acima, a sucessão deve ser pensada antes da necessidade. A preparação da família como trabalhadora, acionista e apenas como família é fundamental para que a perenidade da empresa seja garantida e não apenas alguma fase de transição. O seguro de vida não garante o processo sucessório, ele apenas resolve algum eventual problema financeiro. O processo de sucessão é muito mais complexo e cada empresa deve achar o seu "timing" para fazê-lo.
5 - Algumas pesquisas apontam que de cada 100 empresas familiares brasileiras, apenas 30% chegam à segunda geração e 5% a terceira. Considera-se que 70% das empresas familiares encerram suas atividades com a morte de seu fundador. O que é preciso para que uma empresa passe por esse processo de transição de forma bem sucedida? O seguro de vida como proteção é válido neste caso? Enivada por Luciana Pitta.
EM - De um modo geral, é necessário ter planejamento e segurança na gestão, independente do tamanho da empresa familiar. Diretrizes e regras claras para a participação dos acionistas e encontros específicos são essenciais para que a empresa realize a transição das gerações com tranqüilidade. No caso do Grupo Algar, nosso CEO representa a terceira geração da família. Mais uma vez, não vejo como o seguro de vida se encaixa nessa resposta. Isso é uma questão a parte e não garante a perenidade dos negócios.
6 - De que forma os empresários podem se proteger financeiramente no caso da perda de um sócio ou um executivo-chave da empresa? O seguro de vida é uma das opções de em prevenção? Enviada por Luciana Pitta.
EM - A principal prevenção é a preparação e formação corretas dos acionistas. Principalmente, daqueles que pretendem atuar como funcionários da empresa. Não vejo o seguro de vida como prevenção neste caso, ele garante apenas um retorno financeiro e não resolve o problema de gestão. Neste caso, precisamos ter um plano de sucessores para os executivos-chave da empresa, incluindo algum acionista que participe do quadro de funcionários.
7 - A empresa do meu pai tem 25 anos no mercado, há 10 anos eu trabalho com ele. Este ano decidi assumir a empresa, pois ele pensa em se aposentar. Entro num conflito de prosperidade dentro da empresa: meu pai está estacionado e não pensa em crescer, somente manter. Eu, sendo jovem e com novas idéias, quero ampliar os negócios. Qual o melhor caminho a seguir? Manter a empresa que já tem renome e está estabilizada com experiência, ou arriscar novos negócios com a possibilidade de queda por minha vontade e determinação? Enviada por Muriel Andréa.
EM - Esse choque entre as gerações é muito comum, principalmente, quando ocorre da primeira para a segunda, onde a figura do "dono" é muito forte. Como diz um respeitado consultor, "a figura do criador (fundador) e da criatura (empresa) não se diferencia". Mas, penso que cada geração imprime sua marca e sua forma de gestão. Se você gosta do que faz e anseia perpetuar a obra de seu pai, vale a pena a tentativa de implementar melhorias, partilhando sempre com seu pai. Entretanto, se o que lhe realiza é outro negócio, o melhor é seguir sua vocação.
8 - Possuímos uma empresa familiar que existe há 59 anos com dois sócios (irmãos) e gostaríamos que nossos filhos seguissem com a empresa. Temos um filho de 15 anos e uma filha de 18 anos, mas eles não querem nem vir para a empresa, não participam e não sentem amor pela mesma. Isto está gerando muito desconforto e intrigas familiares. Como proceder neste caso? Como fazê-los ter amor pela empresa? Enviada por Nilva Picolo.
EM - O amor pela empresa não pode e não deve ser uma imposição. É importante que o herdeiro não só conheça o negócio como também aprecie a historia dos fundadores - e em determinado momento se sinta parte dessa história. A criação de momentos para contar a história da empresa, mostrar as principais conquistas e desafios, resultados e planos para o futuro pode ser um caminho para conquistas a família. É interessante que eles participem de fóruns voltados para "futuras gerações" de empresas familiares. Assim, poderão também escutar um pouco de outros jovens que vivem o mesmo momento dentro de outros grupos familiares. A troca de experiência é muito valiosa.
9 - Em uma empresa que já atua há quase 50 anos no mercado e que está experimentando a primeira sucessão (dos donos para a 1ª geração), como fazer para que os sócios que assumirão o comando não confundam a proatividade de seus gerentes com invasão de privacidade? Isto é, até que ponto deve o profissional deixar de lado toda sua formação técnica e capacidade de criação para não entrar em conflito com interesses pessoais dos sócios? Enviada por Eduardo Bittar
EM - A melhor maneira para definir papéis é estabelecer diretrizes e regras claras – que devem ser transmitidas a todos os funcionários – sejam da família ou não. O profissional deve exercer a sua função executiva para esclarecer eventuais desacordos com os acionistas. O papel do executivo é utilizar a sua formação técnica para cuidar dos negócios da melhor forma possível e não "agradar" apenas o acionista. Esse conflito não pode colocar em risco a saúde do negócio.
10 - Qual seria sua sugestão para que o processo de sucessão familiar não ocasione abalos no clima organizacional e nem reflita nas ações dos colaboradores a falta de unicidade de comando na gestão da empresa? Enviada por Eduardo Bittar.
EM - Como dica geral, a transparência na comunicação das informações e no relacionamento com familiares e funcionários de empresa é muito importante para que a sucessão ocorra de modo tranqüilo e profissional. Um plano de sucessão também é fundamental para que o processo seja bem aceito por todos.
11 - Estou iniciando a transferência da gestão de minha empresa a dois filhos que vieram trabalhar comigo há cerca de 2 anos, com formação acadêmica diversa do negócio, porém muito comprometidos com nosso futuro. A minha empresa tem 13 anos, e apesar de antiga no segmento de segurança ocupacional, ainda é pequena e jovem. Nosso faturamento é baixo, comparando-se com outros segmentos. Sinto necessidade de ter assessoria e consultoria externa nesta fase, por um período longo, onde seria revista toda a metodologia empresarial visando uma administração moderna e atualizada. Gostaria de receber sugestões para identificar profissionais para eu contactar. Enviada por Luiz Fernando Gerevini.
EM - Na resposta da pergunta número 8, disse que a troca de experiência é muito válida. Ela pode acontecer com profissionais renomados do mercado ou a partir de contatos com instituições e assessorias. Sugiro conhecer o trabalho do FBN - The Family Business Network. È um excelente primeiro passo. Nós utilizamos a Höft Consultoria para auxiliar no processo de conscientização e formação dos acionistas.
18/05/2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Alimentando o Caráter
Fill your minds with those things that are good and that deserve praise: things that are true, noble, right, pure, lovely, and honorable. Philippians 4:8 (TEV) The more you think about something, the stronger it takes hold of you, which is why the Bible teaches that we should, "Run from anything that gives you the evil thoughts . . . but stay close to anything that makes you want to do right." (2 Timothy 2:22, LB) Temptation begins by capturing your attention. What gets your attention arouses your emotions. Then your emotions activate your behavior, and you act on what you felt. The more you focus on "I don't want to do this," the stronger it draws you into its web. Ignoring a temptation is far more effective than fighting it. Once your mind is on something else, the temptation loses its power. So when temptation calls you on the phone, don't argue with it, just hang up! Sometimes this means physically leaving a tempting situation. This is one time it is okay to run away. Get up and turn off the television set. Walk away from a group that is gossiping. Leave the theater in the middle of the movie. To avoid being stung, stay away from the bees. Do whatever is necessary to turn your attention to something else. Spiritually, your mind is your most vulnerable organ. To reduce temptation, keep your mind occupied with God's Word and other good thoughts. You defeat bad thoughts by thinking of something better. This is the principle of replacement. You overcome evil with good (Romans 12:21). Satan can't get your attention when your mind is preoccupied with something else. That's why the Bible repeatedly tells us to keep our minds focused: "Fix your thoughts on Jesus" (Hebrews 3:1 NIV). "Fill your minds with those things that are good and that deserve praise: things that are true, noble, right, pure, lovely, and honorable" (Philippians 4:8 TEV). If you're serious about defeating temptation you must manage your mind and monitor your media intake. The wisest man who ever lived warned, "Be careful how you think; your life is shaped by your thoughts" (Proverbs 4:23 TEV). |
domingo, 9 de maio de 2010
Liderança: Envolvimento Total
Você não precisa de mais tempo.
Você precisa de mais energia!
O excesso de compromissos, as intermináveis reuniões e a correria do dia a dia têm feito muitos profissionais viverem em um constante estado de estresse. Para muitos o dia não rende e a sensação é de que sempre falta algo a fazer. Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association diz que 70% dos brasileiros sofrem de estresse no trabalho, porcentagem semelhante à de países como a Inglaterra e os Estados Unidos.
Se você observar algumas dessas pessoas, vai ver que sua respiração é curta (na altura do peito), os ombros são tensos, os olhos quase “esbugalhados” por causa do excesso de cafeína, taquicardia, irritabilidade e síndrome do pânico são comuns por causa das pressões por resultados. O que fazer? Como eliminar esse ciclo vicioso e ser produtivo sem enfartar antes dos 40 anos?
A primeira coisa a fazer é observar como está seu desempenho atual. Seja sincero (a) e responda para si mesmo (a) – Eu vivo atolado (a), correndo e apagando incêndios o tempo todo? Ou tenho tempo e energia para fazer o que gosto e ainda investir em meu desenvolvimento pessoal? Para a maioria das pessoas a resposta mais comum é de que não conseguem investir em si mesmas porque não tem tempo. Muitas pessoas, inclusive, sentem-se culpadas por trabalharem tanto, mas também sentem que estão presas nesse ciclo.
Eu digo que você não precisa de mais tempo e sim de mais energia. Os autores do livroEnvolvimento Total - Gerenciando Energia e não tempo, Jim Loehr e Tony Schwartz, afirmam que a melhor maneira de ter a pessoas completamente envolvidas no trabalho é encontrar uma forma de diminuir o estresse e aumentar a energia de todos os colaboradores. Loehr e Schwartz criaram o programa “Atleta corporativo”, que tem como objetivo melhorar o desempenho no trabalho e restaurar o equilíbrio na vida pessoal. O trabalho começou com atletas de alto desempenho como Pete Sampras e Mônica Seles, Ernie Els, do golfe e Eric Lindros, do hóquei. Eles acreditam que a fórmula do alto desempenho está na administração eficaz da energia.
Aumente a demanda
Assim como os halterofilistas aumentam gradativamente a carga dos halteres a um nível quase insuportável, com a intenção de “estressar” os músculos para que depois o descanso os ajude a criar novas fibras musculares e o músculo aumente. O atleta corporativo precisa equilibrar momentos de estresse com momentos de recuperação e descanso. Para o halterofilista é justamente no momento de descanso, que o músculo se recupera e cresce, sem isso, o estresse muscular fatalmente causaria lesões. Da mesma forma que para uma pessoa o estresse em excesso pode causar sérios danos.
A proposta deles é de que se você quer expandir suas capacidades, precisa trabalhar vigorosamente (forçar os limites) durante um período limitado de tempo e criar intervalos de recuperação, assim como fazem todos os atletas.
Eles exemplificam que você pode fazer como alguns jogadores de tênis que conseguem se recuperar da tensão, pressão e estresse de uma partida em apenas 60 segundo, enquanto pegam novas bolas e se preparam para mais um saque. Portanto, falta de tempo não deveria ser uma desculpa para que você comece a se equilibrar e resgatar sua energia
Você pode (e deve) fazer intervalos de 5, 10 ou 15 minutos a cada período de 90 a 120 minutos de trabalho concentrado. Uma ida ao banheiro, tomar água ou levantar da cadeira para fazer um alongamento podem ser estratégias para sair do estado hipnótico que muitos entram ao permanecerem trabalhando durante um período muito extenso. Algumas empresas perceberam que vale a pena investir no funcionário e possuem “espaços de recuperação”. Ambientes preparados para ajudar as pessoas a encontrarem maior equilíbrio. Como você já deve saber, pessoas felizes e equilibradas são mais produtivas.
Minha outra recomendação é que você fique atento (a) à sua alimentação, que pode ser causadora de estresse. Livre-se dos excessos de estimulantes tais como café, refrigerante, doce e carboidratos de rápida absorção. Procure comer alimentos leves e nutritivos, fuja desesperadamente dos lanches rápidos e beba bastante água.
Forte abraço
Fernando Oliveira
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Auto-liderança: Coaching para Jovens
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Poder e Autoridade - James Hunter
Poder e autoridade | |||
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com base no cap. 1, do livro O Monge e o Executivo, de James C. Hunter, ed. Sextante. | |||
