terça-feira, 16 de novembro de 2010

Liderança: Tipos de Seguidores

Mais uma vez volto no tema de "Followership". Não é popular falar em ser um bom seguidor. Principalmente na nova geração, a ênfase é ser LÍDER. Não queremos que nossos filhos sejam passivos, vítimas, mas tenham postura, tomem a frente, assumam responsabilidade! Perfeito. Tudo isso descreve um líder.... e um bom Seguidor!

É importante lembrar que isso não implica em posição, mas em atitude. Ainda vejo um pouco de confusão. Tem gente que já quer sair líder sem passar pela experiência de antes ser um excelente Follower (seguidor) - um que serve um propósito comum com seu líder, que apóia seu líder, protege, serve, assume responsabilidade (mesmo quando não recebe o crédito) e também sabe confrontar quando necessário, na hora certa, do jeito certo, com respeito e deferência. Essa etapa é importantíssima e imprescindível para a formação de qualquer líder. Não dá para pular. É na fase de ser um bom seguidor que aprendemos mais sobre a vida, aprendemos quem somos e a respeitar mais o próximo.

Ira Chaleff, em seu livro "Courageous Follower", difere quatro tipos de Followers:
- Recurso (aquele que não está muito envolvido mental e emocionalmente, mas está lá pronto para ajudar) - ele não dá muito apoio ao líder, mas também não o confronta.
- Individualista (aquele que está sempre argumentando) - ele confronta o líder e questiona, só que não dá muito apoio.
- Implementador (aquele que corre fazer tudo que o líder pede) - ele dá muito apoio ao líder, mas nunca o confronta.
- Parceiro (aquele que questiona, analisa perante a meta comum, e faz o que o líder pede) - ele dá muito apoio ao líder, e usa o confronto para ajudar, manter o líder no trilho certo se ele começar a desviar dele.

Todos os tipos de Followers são importantes e tem seu papel na equipe. Só que quem está se preparando melhor para um futuro papel de liderança é o...???? Adoraria saber a resposta de vocês e porque escolheram essa resposta. Podem usar o espaço de comentários.

Só para refletir: Para ser um bom líder, SIGA seu coração, SIGA seu sonho, e nunca desista.

Abraço.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fator Felicidade

Uma nova métrica que começa a ganhar importância no mundo e nas organizações é o Fator Felicidade (Joy Factor). Não basta falar em desenvolvimento, crescimento, motivação. O que está por trás de tudo isso é quanto uma pessoa está FELIZ em trabalhar onde trabalha, em viver onde vive, em estudar, em fazer, com quanto ganha, o quanto contribui, etc. Sua felicidade também contribui para seu equilíbrio emocional, saúde e relacionamentos.

Aristóteles já disse: "Conhece-se mais sobre uma pessoa com uma hora de brincadeira juntos do que anos de conversa." Como líder, como estou contribuindo para elevar o nível de Felicidade na minha organização, na minha comunidade, na minha família....?

Citando novamente Seth Godin:

Organizing for joy

Traditional corporations, particularly large-scale service and manufacturing businesses, are organized for efficiency. Or consistency. But not joy.

McDonalds, Hertz, Dell and others crank it out. They show up. They lower costs. They use a stopwatch to measure output.

The problem with this mindset is that as you approach the asymptote of maximum efficiency, there's not a lot of room left for improvement. Making a Chicken McNugget for .00001 cents less isn't going to boost your profit a whole lot.

Worse, the nature of the work is inherently un-remarkable. If you fear special requests, if you staff with cogs, if you have to put it all in a manual, then the chances of amazing someone are really quite low.

These organizations have people who will try to patch problems over after the fact, instead of motivated people eager to delight on the spot.

The alternative, it seems, is to organize for joy. These are the companies that give their people the freedom (and yes, the expectation) that they will create, connect and surprise. These are the organizations that embrace someone who makes a difference, as opposed to searching for a clause in the employee handbook that was violated.


Então vamos organizar para a felicidade. As pessoas precisam de liberdade (isso as valida como seres inteligentes, capazes) para criar, conectar e surpreender. Seus colaboradores sempre vão atender suas expectativas, quer sejam boas ou ruins.

Tudo que focamos, cresce. Então vamos focar no positivo, investir para que esses pontos cresçam, e o negativo pode ser administrado - não vai atrapalhar quando o que temos de bom está forte e predominando. :-)

Abraço!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Seth Godin on Mentoring

Heroes and mentors

Mentors provide bespoke guidance. They take a personal interest in you. It's customized, rare and expensive.

Heroes live their lives in public, broadcasting their model to anyone who cares to look.

The internet has created a long tail of heroes. There are tens of thousands of musicians, artists, entrepreneurs, social leaders, politicians (okay, maybe not thousands of these), coders and colleagues to find and emulate. WWHD. What would my hero do?

I find heroes everywhere I look. I find people who speak to me over my shoulder, virtual muses, who encourage me to solve a problem or deal with a situation the way they would. This is thrilling news, because there are so many heroes, so freely available, whenever we need them.

For all the people out there using the fact that Jeff Bezos (or Jacqueline Novogratz or Husain Abdullah or Chris Anderson or Anne Jackson) won't be their mentor as an excuse for inaction, there are a dozen who realize that their example is enough.

Like a custom made suit, a mentor is a fine thing to have if you can find or afford it. But for the rest of us, heroes will have to do.

domingo, 10 de outubro de 2010

Mentoring - parte essencial da Liderança

Mentoring nas Universidades
Uma Necessidade!


Neste últimos anos vem aumentando o número de universidades no país, e consequentemente um maior número de estudantes que na sua maioria se formam sem estarem preparados para o mundo corporativo, um Mercado onde as organizações demandam profissionais com perfil empreendedor.

Qual é a razão de tudo isto?
Existem muitas razões, vou numerar as principais na minha visão:
Um grande número de professores, embora com excelente formação, títulos de especializações, mestrados ou doutorados, não tem experiência no mundo corporativo;
Alunos mais preocupados com o sistema de avaliação do que em aprender a relação prática de determinada disciplina com a realidade do Mercado de trabalho;
Os alunos saem das universidades sem o mínimo de conhecimento daquelas competências emocionais e comportamentais que qualquer profissional precisa ter independentemente de sua formação, como auto-liderança, liderança, comunicação, trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, entre outras;
Professores mais preocupados em cumprir com o conteúdo programático do que com a aprendizagem dos alunos em si;

Nem todos os professores entendem que a sua missão vai além de simplesmente ministrar uma disciplina, que sua missão é preparar jovens para fazer diferença em suas organizações, na sua comunidade, em fim jovens visionários… daí a idéia de um programa de mentoring nas universidades.

Como Introduzir um Programa de Mentoring na Universidade?

Primeiro Passo: Seria a seleção de professores com perfil diferenciado, focando no crescimento das pessoas, depois treiná-los em técnicas de mentoring, capacitando-os a atuar no mentoring coletivo e individual de alunos.

Outra opção seria ter profissionais da área de desenvolvimento de pessoas designados especificamente para esse trabalho, como no sistema das universidades norte-americanas, onde existe um departamento de orientação e aconselhamento.

Aí, sim, a universidade estaria preprada para ajudar os alunos a terem um visão global das disciplinas de um determinado curso, sabendo escolher aquelas que mais gostaram – suas forças - e que poderiam tirar o máximo proveito destas competências no Mercado de trabalho.

Por exemplo, o curso de administração é um curso muito aberto, multi-curricular, com disciplinas como: Gestão de Pessoas; Gestão da Produção; Gestão de Logística; Gestão de Finanças; Governança Corporativa; Gestão de Vendas e Marketing… a lista é longa, enfim é um conjunto de macro competências e suas sub-competências…

Segundo Passo: Focando as Competências Essenciais. O mentor ajudaria os alunos a escolherem aquelas competências para quais eles têm mais facilidade, aquelas que fazem parte do seus dons naturais. No mercado existem uma serie de ferramentas de auto-avaliação, de análise de perfil pessoal, como, por exemplo, o Career Anchor que é uma excelente ferramenta de autoavaliação.

Terceiro Passo: Desenvolver os alunos naquelas competências emocionais e comportamentais altamente demandas pelas organizações como: liderança; negociação; condução de reuniões; trabalho em equipe; etc. Sabemos que os professores dão muitos trabalhos em grupos de um modo geral, mas não trabalham muito estas competências durante o trabalho. O foco é mais no resultado final do trabalho do que como as competências foram utilizadas, etc.

Quarto Passo: Planejamento de Carreira. O mentor ajudaria os alunos em: Como planejar a sua carreira; como fazer um currículo vitae que venda seus conhecimentos, habilidades; como participar de uma entrevista, e mostrar as suas habilidades em uma dinâmica de seleção;

Concluindo,
Um programa de mentoring nas universidades seria uma solução para o apagão de talentos que estamos enfrentando hoje. Está na hora das universidades reverem o seu papel, a sua missão, e realmente se preocupar em formar jovens realmente preparados para o mundo corporativo, com espírito empreendedor, visionários, influenciadores de pessoas, focados em fazer diferença em suas organizações, na sociedade, enfim, na nação.

Josué Melo
Consultor de RH
Leadership Brasil Consultoria
Josue.melo@rh.adm.br
11 – 9181 0867

Priscila Assumpção Scripnic
Coaching Integral Centrado em Valores
Consultoria em Liderança Organizacional
Mirror Leadership
priscila@mirrorleadership.com.br
(11)9257-7550

domingo, 12 de setembro de 2010

Liderança:Leitura da Realidade

Seth Godin on the tribes we lead | Video on TED.com
Esse vídeo é muito interessante e mostra a importância do líder estar ligado na realidade, ser capaz de interpretar o que está acontecendo, para poder influenciar efetivamente a cultura, a comunidade, ou qualquer que seja o seu círculo de influência. Vale a pena assistir e refletir, e até questionar se é assim que você vê o que está acontecendo na atualidade.

No final do vídeo, Seth fala de um ponto chave da liderança: a linguagem mais efetiva é a de "contar histórias". Outro ponto que vale a pena destacar é a necessidade que todo ser humano tem de saber que faz falta (significado).

Abraço.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Aprendendo sobre Liderança: O que NÃO fazer

Recebi esse desabafo de um médico de um amigo, e achei muito ilustrativo do que um líder NÃO deve fazer. Ainda bem que essa pessoa ainda consegue manter o bom humor no meio de tanta frustração!

Desabafo de um médico...

Lula, por que não te calas?

No último dia 25 de março o presidente Lula esteve em Tatuí, e lá fez a entrega simbólica de 650 ambulâncias para 573 municípios brasileiros. A cerimônia foi essencialmente política, pois os veículos são destinados ao SAMU, ou seja, os serviços de atendimento médico de urgência.

Acontece que a maior parte dos municípios contemplados não tem este serviço implantado, e nem mesmo tem verba prevista em seus orçamentos. Custa caro montar toda esta estrutura. As ambulâncias são a parte visível do negócio, mas é necessário aparelhá-las com equipamentos de UTI, de pessoal de apoio bem treinado, de médicos especializados principalmente. E isto tem que funcionar 24 horas por dia, pois emergência não tem hora.

Ou seja, ou a maioria das ambulâncias vai ter outro destino, ou vão virar sucata logo.

Como costuma fazer, o presidente Lula faz seus “discursos” de improviso, que sempre buscam contentar a platéia presente, e exagera nas frases feitas e cheias de pompa sobre os mais variados temas. Diga-se de passagem, normalmente o presidente não sabe nada sobre o que está falando, e suas gafes já são sobejamente conhecidas e divulgadas mundo afora. Nesta cerimônia em Tatuí, o presidente Lula foi extremamente infeliz com algumas de suas colocações.

Segundo o presidente da Associação Médica Brasileira, Lula teve “outro rompante de incontinência verbal”. Mais uma vez, culpou os médicos para os problemas de saúde que o Brasil enfrenta há décadas. Disse que a classe médica não se interessa em atender o interior, “pois é muito fácil ser médico na Avenida Paulista”, segundo suas palavras.

Depois, mandou um recado ao Conselho Federal de Medicina, por este ser contra a revalidação automática dos diplomas dos médicos formados em Cuba. E ainda criticou aqueles que são contra a volta de um imposto para melhorar a saúde.

E por fim, ainda criticou o médico que no passado cuidou dele próprio, ao sofrer o acidente de “trabalho” que lhe amputou o dedo. Ou seja, versou sobre tudo o que finge saber.

Como em todos os “discursos”, Lula fala o que lhe dá na telha, e nem se preocupa mais em ter coerência. Deve acreditar que somos todos burros, pois quanto mais fala, mais sua popularidade “aumenta”, segundo as informações “oficiais”. Mas para os que ainda tem paciência de ouví-lo, basta acompanhá-lo por algumas semanas. A opinião ora é uma, ora é outra. Depende da platéia. Como estamos numa democracia, livre “como nunca se viu na história deste país”, também tenho o direito de opinar.

O que o senhor presidente não disse (ou não sabe) é que é impossível à imensa maioria dos médicos montar um consultório na Avenida Paulista, um dos locais mais caros do país, principalmente se trabalhar no serviço público, onde recebe um salário de fome, não tem um plano de carreira decente e não encontra condições dignas de trabalho. Aparelhos defasados, funcionários insuficientes para o apoio (enfermagem, técnicos diversos), filas para marcação de exames, falhas em tratamento de doenças básicas. Se em São Paulo , que é a locomotiva da nação, é assim, o que dizer do restante do país? Há dezenas de crianças morrendo em pseudo-UTIs em hospitais públicos por aí. A sigla deveria ser Última Tentativa Inútil e não unidade de terapia intensiva. Intensivas são só as mortes nestes nosocômios.

Não disse o presidente (ou não sabe) que médico nenhum consegue trabalhar no interior sozinho. A não ser que seja para distribuir “vale-saúde”, a exemplo dos inúmeros outros que ele criou. Pois tratar e cuidar de alguém sem apoio, sem retaguarda e sem condições, só na cabeça dele.

Quanto aos médicos de Cuba, formados em uma realidade totalmente diferente da nossa, eles podem sim trabalhar no Brasil. Como qualquer outro, formado em qualquer lugar do mundo, que se submeta às avaliações necessárias e sejam aprovados. Desde que saibam Medicina. E o Conselho Federal de Medicina, autarquia federal, é o órgão definido por lei para avaliá-los. O que o senhor presidente quis dizer (mas não teve coragem) é que quer fazer um agrado ao moribundo amigo Fidel, valorizando escolas falidas e que pregam uma falsa “medicina social”.

Faltou falar sobre o assunto referente ao médico que o atendeu quando sofreu seu acidente de “trabalho”. Talvez seu dedo pudesse ser salvo, senhor presidente, se existisse na ocasião um atendimento decente em posto de saúde, unidades de emergência bem aparelhadas, um profissional médico bem preparado, com boa formação. Isso se o “SUS” da época funcionasse. Isso se um médico que atende “SUS” ganhasse um honorário, e não uns trocos.

Pois a CPMF, que geraria verba destinada ao “SUS” do seu governo, virou dinheiro nas meias, cuecas e malas pretas na sua gestão. E até hoje o “SUS” não funciona de forma decente!

E o senhor ainda quer recriar mais um imposto, para continuar alimentando as falcatruas? Senhor presidente, com o perdão da palavra, estou com o “saco cheio” do senhor e de seus “discursos”.

Se o senhor sofresse um novo acidente de “trabalho” e fosse eu o médico que lhe atendesse, cortaria sua língua, e não o dedo.

E faria um bem ao país, pois cada vez que o senhor abre a boca, não causa um acidente. Causa um desastre.


Luiz Ricardo Menezes Bastos, médico,
presidente da Associação Paulista de Medicina, Regional de Limeira

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Dan Cobley: What physics taught me about marketing | Video on TED.com

Dan Cobley: What physics taught me about marketing | Video on TED.com

Esse vídeo é muito bom! Mostra como certos princípios de física se aplicam ao marketing. É apresentado de forma criativa e vale a pena assistir.

Creio que isso mostra, mais uma vez, como existem princípios universais que se aplicam a todas as áreas. Por isso a importância da colaboração e interdisciplinaridade e trabalho em equipe. Nunca se sabe quando algo que aparentemente não tem nada a ver com um assunto possa levar a um novo insight, levar à uma solução extremamente criativa, e ajudar a pensar de modo diferente.

Abraço.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Liderança e Reflexão

É normal imaginar que um líder é uma pessoa extremamente ocupada, demandada. Mas o líder sábio sabe que tem de "criar tempo" para parar, refletir, analisar o que está acontecendo, se analisar. Alguns chegam até a marcar tempo na agenda para isso, saindo do contexto em que está inserido só para ter tempo para reflexão e renovação. São estes que chegarão longe, viverão muito tempo com saúde e terminarão bem.

Não podemos esquecer que, para viver bem e sermos bons líderes, temos de fazer o seguinte todos os dias: brincar, aprender e trabalhar. Não é para esperar a aposentadoria para voltar a brincar e aprender! Se não, não chegamos lá.

Então, só para um momento de reflexão, deixo uma lição dada pelo Mestre mais sábio que já existiu: "Ame ao próximo como a si mesmo." Pense nisso.

Abraço.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

IE e Auto-Liderança

A Inteligência Emocional está cada vez mais no foco de pessoas dedicadas ao bem estar do ser humano. Bem estar é mais do que saúde: é viver com qualidade de vida. Hoje existem diversas abordagens focadas no emocional que complementam o trabalho dos médicos e profissionais de saúde no tratamento integral da pessoa. Só para citar algumas com as quais tenho tido contato: PNL (Programação Neuro-Linguistica), SE (Experiência Somática), Terapia Cognitiva, e EFT (Emotional Freedom Therapy - Terapia de Libertação Emocional). Todas buscam o crescimento da IE para que a pessoa possa aprender a se conhecer, gerenciar suas emoções negativas (ou se livrar, em alguns casos) e estar livre para se doar para o mundo, com maior consciência social.

No início resisti um pouco, com medo de ser algo muito exotérico. Mas, ao aprender mais sobre essas técnicas, vi que são baseadas na forma como as coisas acontecem na natureza. Foi incrível o efeito de uma sessão de SE, quando descobri que uma crise trouxe à tona várias emoções que eu nunca havia me dado ao luxo de trabalhar, de outras crises que "engoli". E, se quero ajudar os outros, ser uma líder de fato, como vou fazer sem estar bem primeiro? Agora estou indo atrás de me curar, antes que essas emoções reprimidas virem um câncer, e, assim, espero ajudar muitas outras pessoas!

Abraço!


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Um Brasil Mais Ético

Tive a oportunidade de fazer algumas visitas corporativas nesta semana passada com um grupo de jovens executivos fazendo MBA na universidade onde fiz o meu mestrado. Foi muito bom ver como existem diversas organizações em diversos ramos de trabalho que estão preocupados com ética, valorização do ser humano, e sustentabilidade.

Assim como a liderança começa no espelho, o caminho para um Brasil mais ético começa com cada pessoa que faz parte desse nosso maravilhoso país. Quando o povo colocar a ética como prioridade na própria vida, vai ter mais cuidado ao escolher os governantes. Mas isso vai exigir que os mais esclarecidos, aqueles que já estão buscando isso, ajudem na educação dos que não vêem solução para o problema de corrupção e estão presos com o foco na própria sobrevivência.

Com mais educação, ninguém vai ficar dependendo tanto de esmola do governo. Aprenderão a pescar sozinhos e não mais poderão ser comprados com os peixes podres oferecidos pelo governo em troca do voto. Vamos olhar para nossos irmãos mais necessitados e darmos a eles o que eles precisam para um futuro melhor, um Brasil melhor, um mundo melhor!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Fraldas Sujas

Esse século tem nos trazido muitas novidades e crescimento tecnológico incríveis. Tudo é mais rápido, mais fácil, mais confortável. Estamos evoluindo para eliminar a dor, doenças, sinais de envelhecimento. Pelo menos é o que parece pelas propagandas que vemos na mídia, não é verdade?

O ser humano está acelerado demais, principalmente nas culturas "mais evoluídas". Coloco entre aspas, pois questiono se estamos realmente evoluindo (que dá a idéia de que as coisas estão melhores). Mas podemos estar evoluindo para pior. E agora estamos diante de expectativas impossíveis de que podemos fazer mudanças rápidas até nos seres humanos.

Então eu pergunto: quanto tempo demorou para você parar de fazer suas necessidades na fralda? E isso nem era uma coisa tão complicada! Então porque essa expectativa que permeia empresas, famílias, relacionamentos, de que qualquer mudança em si próprio ou no outro tem que ser vista rapidamente ou então é melhor esquecer tudo?

Vamos lembrar que as lições que aprendemos nessa vida são como a cebola: existem várias camadas, e cada vez que se descasca uma para ir um pouco mais fundo, vamos chorar um pouquinho. Mas não tem como chegar na camada do meio sem passar pelas outras. Calma. Se dê o tempo necessário para absorver cada lição da vida e faça o mesmo pelos outros.

Abraço!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Relacionamento: As 6 Necessídades Básicas do Ser Humano

Você já conhece as 6 necessidades básicas definidas por Tony Robbins? Resumem bem o que todo ser humano procura através de relacionamentos, prazeres, atividades, etc. Como esse conhecimento pode ajudar em nossos relacionamentos (familiares, amorosos, profissionais, amizades, etc.)?

Se você quer ter auto-liderança para liderar bem os seus relacionamentos (ser uma influência positiva), conhecer as necessidades básicas vai te ajudar a evitar conflitos que surgem por expectativas frustradas e percepções distorcidas. Analise primeiro como você busca satisfazer cada uma das necessidades e, então, ficará mais fácil distinguir como os outros o fazem.

1. Certeza - todo ser humano precisa se sentir seguro, que existe coisas que são certas e com as quais podem sempre contar. (As pessoas na sua vida podem contar com você?)

2. Incerteza - também precisamos de variedade, se não a vida vira uma rotina sem graça. (Já pensou em fazer coisas de surpresa para alguém? Lembra de procurar aventuras para viverem juntos?)

3. Amor/Conexão - ninguém é uma ilha. Somos seres sociais e precisamos saber que alguém nos ama e estamos conectados com outras pessoas. (Lembra de manter o contato e demonstrar e dizer o quanto as pessoas são importantes para você?)

4. Significado - precisamos saber que existe uma razão, um propósito por existirmos. (Já falou para alguém que precisa dele/a? Que ele/a faz diferença?)

5. Crescimento - temos de sentir que estamos evoluindo, crescendo como pessoa. (Como você pode contribuir para o crescimento dele/a? Você apoia quando ele/a querem buscar coisas novas para crescer?)

6. Contribuição - há uma necessidade inerente de fazer parte de algo maior que nós mesmos, servirmos uma causa, um Ser Universal. (O que você faz para contribuir para criar um mundo melhor para todos?)

Abraço.

Coração de Servo - Liderança Madura

Tomo emprestada novamente a postagem brilhante de Rick Warren sobre o que significa ter um coração de servo. O líder maduro é aquele que já atingiu um alto nível de consciência e sabe o propósito para o qual foi criado: servir aos outros, ao mundo, para servir a Deus.

Monday, June 28, 2010

Whoever wants to be great must become a servant. Mark 10:43 (MSG)

"It is possible to serve in church for a lifetime without ever being a servant. You must have a servant’s heart."

The world defines greatness in terms of power, possessions, prestige, and position. If you can demand service from others, you’ve arrived. In our me-first culture, acting like a servant is not a popular concept.

Jesus, however, measured greatness in terms of service, not status. God determines your greatness by how many people you serve, not how many people serve you.

This is so contrary to the world’s idea of greatness that we have a hard time understanding it, much less practicing it. The disciples argued about who deserved the most prominent position, and 2,000 years later, people still jockey for position and prominence.

Thousands of books have been written on leadership, but few on servanthood. Everyone wants to lead; no one wants to be a servant. We would rather be generals than privates. Even Christians want to be “servant-leaders,” not just plain servants. But to be like Jesus is to be a servant. That’s what he called himself.

While knowing your shape is important for serving God, having the heart of a servant is even more important. Remember, God shaped you for service, not for self-centeredness. Without a servant’s heart, you will be tempted to misuse your shape for personal gain. You will also be tempted to use it as an excuse to exempt yourself from meeting some needs.

God often tests our hearts by asking us to serve in ways we’re not shaped. If you see a man fall into a ditch, God expects you to help him out, not say, “I don’t have the gift of mercy or service.”

While you may not be gifted for a particular task, you may be called to do it if no one who is gifted at it is around. Your primary ministry should be in the area of your shape, but your secondary service is wherever you’re needed at the moment.

Your shape reveals your ministry, but your servant’s heart will reveal your maturity. No special talent or gift is required to stay after a meeting to pick up trash or stack chairs. Anyone can be a servant. All it requires is character.

It is possible to serve in church for a lifetime without ever being a servant. You must have a servant’s heart.

How can you know if you have the heart of a servant?

Jesus said, “You can tell what they are by what they do” (Matthew 7:16 CEV).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Empresas Familiares - Boas Dicas!

Um grande desafio das empresas familiares é que o relacionamento entre os interessados não é apenas profissional, e é altamente carregado emocionalmente. Então, vou anexar um artigo com excelentes dicas para lidar com esta situação, tirada do site da HSM.

Você Pergunta
Os caminhos da boa gestão familiar

Confira as dicas dadas por Eleusa Melgaço, diretora executiva do The Family Business Network Brasil

A gestão corporativa familiar sempre foi, é e deverá continuar sendo um enorme desafio para os gestores, sejam eles membros ou não da família. Nesta edição do Você Pergunta, o HSM Online traz Eleusa Maria Garcia Melgaço, diretora executiva do The Family Business Network Brasil, entidade que reúne as maiores famílias empresárias do mundo e presidente do Conselho de Família do Grupo Algar, para responder questões sobre a epopéia de gerir uma empresa familiar.

Eleusa compartilha atualmente do conceito de governança invisível desenvolvido dentro do Grupo Algar. Ainda pouco conhecido no Brasil, o conceito basicamente diz respeito a todos os processos que ajudam a manter uma relação saudável entre os membros da família (que não “aparecem” no dia-a-dia) e os executivos da empresa.

Para isso foram criados canais formais dentro da empresa para que os anseios da família cheguem à organização, sem prejudicar sua governança. Desde a constituição do organograma, que contempla uma estrutura decisória com dois conselhos estratégicos: o de administração e o “de família”, até um processo formal para qualificação da relação entre a família e os negócios, com reuniões quatro vezes por ano, para manter a coesão do grupo.

Confira abaixo a entrevista.

1 - Quais os primeiros passos para iniciar uma mudança e estruturação de “uma gestão invisível” em uma empresa familiar, concentrada na figura do dono (principal gestor e acionista), quando se trata de criar uma nova cultura, adequar as estruturas e ainda adequar os gestores que agem individualmente, sob a figura do patriarca? Enviada por Alcides Ziglioli.
Eleusa Melgaço:
Para uma boa governança invisível é fundamental o envolvimento da família (membros de diferentes gerações) para o alinhamento dos valores. A criação de regras antes da necessidade das mesmas também diminui a possibilidade de conflitos futuros. Elas podem fazer parte da Constituição da Família. E por último, mas não menos importante, estabeleça fóruns distintos para se conversar: Conselho de Família ou Sócios, Conselho de Administração e demais comitês e Assembléias de Acionistas. Referente à concentração do negócio na figura do dono, cito como exemplo a profissionalização do Grupo Algar e a gestão de governança, que possibilitaram juntas que as mudanças ocorressem de forma natural ao longo dos anos. E cada detalhe ajuda. Na relação família e gestores, por exemplo, os papéis e os fóruns devem estar bem definidos assim como valores e cultura da empresa.

2 - Em média qual o tempo considerado adequado para conduzir uma transformação dessa magnitude? Enviada por Alcides Ziglioli.
EM -
Cada família tem uma complexidade diferente. Não existe um tempo padrão. Variáveis como tamanho da empresa, números de funcionários e familiares envolvidos, linhas de negócios, influenciam no tempo necessário para qualquer transformação. Vale lembrar que governança não é um programa implantado na empresa – é um modelo de gestão.

3 - De que maneira o Conselho de Família costuma orientar as empresas familiares com relação a sucessão e manutenção do negócio, nos casos de falecimento de algum dos sócios ou de uma pessoa-chave nesta empresa? Enviada por Luciana Pitta.
EM-
A sucessão deve ser pensada antes da necessidade. Da mesma forma, a formação dos herdeiros – para o papel de acionista – é de fundamental importância; independentemente de estarem futuramente na gestão ou não. Para conhecimento, é comum também que o controle seja familiar, mesmo que o principal executivo não seja da família. O importante é que a família esteja preparada como acionista, estando presente ou representada por um membro no Conselho de Administração ou de sócios.

4 - Segundo especialistas em consultoria empresarial, a sucessão é uma questão fundamental para o futuro de uma empresa de gestão familiar. Como as empresas brasileiras se preparam para essa fase de transição? Enviada por Luciana Pitta.
EM - Conforme citado acima, a sucessão deve ser pensada antes da necessidade. A preparação da família como trabalhadora, acionista e apenas como família é fundamental para que a perenidade da empresa seja garantida e não apenas alguma fase de transição. O seguro de vida não garante o processo sucessório, ele apenas resolve algum eventual problema financeiro. O processo de sucessão é muito mais complexo e cada empresa deve achar o seu "timing" para fazê-lo.

5 - Algumas pesquisas apontam que de cada 100 empresas familiares brasileiras, apenas 30% chegam à segunda geração e 5% a terceira. Considera-se que 70% das empresas familiares encerram suas atividades com a morte de seu fundador. O que é preciso para que uma empresa passe por esse processo de transição de forma bem sucedida? O seguro de vida como proteção é válido neste caso? Enivada por Luciana Pitta.
EM -
De um modo geral, é necessário ter planejamento e segurança na gestão, independente do tamanho da empresa familiar. Diretrizes e regras claras para a participação dos acionistas e encontros específicos são essenciais para que a empresa realize a transição das gerações com tranqüilidade. No caso do Grupo Algar, nosso CEO representa a terceira geração da família. Mais uma vez, não vejo como o seguro de vida se encaixa nessa resposta. Isso é uma questão a parte e não garante a perenidade dos negócios.

6 - De que forma os empresários podem se proteger financeiramente no caso da perda de um sócio ou um executivo-chave da empresa? O seguro de vida é uma das opções de em prevenção? Enviada por Luciana Pitta.
EM -
A principal prevenção é a preparação e formação corretas dos acionistas. Principalmente, daqueles que pretendem atuar como funcionários da empresa. Não vejo o seguro de vida como prevenção neste caso, ele garante apenas um retorno financeiro e não resolve o problema de gestão. Neste caso, precisamos ter um plano de sucessores para os executivos-chave da empresa, incluindo algum acionista que participe do quadro de funcionários.

7 - A empresa do meu pai tem 25 anos no mercado, há 10 anos eu trabalho com ele. Este ano decidi assumir a empresa, pois ele pensa em se aposentar. Entro num conflito de prosperidade dentro da empresa: meu pai está estacionado e não pensa em crescer, somente manter. Eu, sendo jovem e com novas idéias, quero ampliar os negócios. Qual o melhor caminho a seguir? Manter a empresa que já tem renome e está estabilizada com experiência, ou arriscar novos negócios com a possibilidade de queda por minha vontade e determinação? Enviada por Muriel Andréa.
EM
- Esse choque entre as gerações é muito comum, principalmente, quando ocorre da primeira para a segunda, onde a figura do "dono" é muito forte. Como diz um respeitado consultor, "a figura do criador (fundador) e da criatura (empresa) não se diferencia". Mas, penso que cada geração imprime sua marca e sua forma de gestão. Se você gosta do que faz e anseia perpetuar a obra de seu pai, vale a pena a tentativa de implementar melhorias, partilhando sempre com seu pai. Entretanto, se o que lhe realiza é outro negócio, o melhor é seguir sua vocação.

8 - Possuímos uma empresa familiar que existe há 59 anos com dois sócios (irmãos) e gostaríamos que nossos filhos seguissem com a empresa. Temos um filho de 15 anos e uma filha de 18 anos, mas eles não querem nem vir para a empresa, não participam e não sentem amor pela mesma. Isto está gerando muito desconforto e intrigas familiares. Como proceder neste caso? Como fazê-los ter amor pela empresa? Enviada por Nilva Picolo.
EM - O amor pela empresa não pode e não deve ser uma imposição. É importante que o herdeiro não só conheça o negócio como também aprecie a historia dos fundadores - e em determinado momento se sinta parte dessa história. A criação de momentos para contar a história da empresa, mostrar as principais conquistas e desafios, resultados e planos para o futuro pode ser um caminho para conquistas a família. É interessante que eles participem de fóruns voltados para "futuras gerações" de empresas familiares. Assim, poderão também escutar um pouco de outros jovens que vivem o mesmo momento dentro de outros grupos familiares. A troca de experiência é muito valiosa.

9 - Em uma empresa que já atua há quase 50 anos no mercado e que está experimentando a primeira sucessão (dos donos para a 1ª geração), como fazer para que os sócios que assumirão o comando não confundam a proatividade de seus gerentes com invasão de privacidade? Isto é, até que ponto deve o profissional deixar de lado toda sua formação técnica e capacidade de criação para não entrar em conflito com interesses pessoais dos sócios? Enviada por Eduardo Bittar
EM - A melhor maneira para definir papéis é estabelecer diretrizes e regras claras – que devem ser transmitidas a todos os funcionários – sejam da família ou não. O profissional deve exercer a sua função executiva para esclarecer eventuais desacordos com os acionistas. O papel do executivo é utilizar a sua formação técnica para cuidar dos negócios da melhor forma possível e não "agradar" apenas o acionista. Esse conflito não pode colocar em risco a saúde do negócio.

10 - Qual seria sua sugestão para que o processo de sucessão familiar não ocasione abalos no clima organizacional e nem reflita nas ações dos colaboradores a falta de unicidade de comando na gestão da empresa? Enviada por Eduardo Bittar.
EM -
Como dica geral, a transparência na comunicação das informações e no relacionamento com familiares e funcionários de empresa é muito importante para que a sucessão ocorra de modo tranqüilo e profissional. Um plano de sucessão também é fundamental para que o processo seja bem aceito por todos.

11 - Estou iniciando a transferência da gestão de minha empresa a dois filhos que vieram trabalhar comigo há cerca de 2 anos, com formação acadêmica diversa do negócio, porém muito comprometidos com nosso futuro. A minha empresa tem 13 anos, e apesar de antiga no segmento de segurança ocupacional, ainda é pequena e jovem. Nosso faturamento é baixo, comparando-se com outros segmentos. Sinto necessidade de ter assessoria e consultoria externa nesta fase, por um período longo, onde seria revista toda a metodologia empresarial visando uma administração moderna e atualizada. Gostaria de receber sugestões para identificar profissionais para eu contactar. Enviada por Luiz Fernando Gerevini.
EM -
Na resposta da pergunta número 8, disse que a troca de experiência é muito válida. Ela pode acontecer com profissionais renomados do mercado ou a partir de contatos com instituições e assessorias. Sugiro conhecer o trabalho do FBN - The Family Business Network. È um excelente primeiro passo. Nós utilizamos a Höft Consultoria para auxiliar no processo de conscientização e formação dos acionistas.

18/05/2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Alimentando o Caráter

Acabo de dar um treinamento sobre auto-liderança, e estávamos falando da importância de alimentar o caráter para fortalecer nossos pontos positivos. Hoje recebi uma devocional que ensina exatamente como fazer isso, então vou colocar aqui. Vale a pena refletir e fazer!


Fill your minds with those things that are good and that deserve praise: things that are true, noble, right, pure, lovely, and honorable. Philippians 4:8 (TEV)

The more you think about something, the stronger it takes hold of you, which is why the Bible teaches that we should, "Run from anything that gives you the evil thoughts . . . but stay close to anything that makes you want to do right." (2 Timothy 2:22, LB)

Temptation begins by capturing your attention. What gets your attention arouses your emotions. Then your emotions activate your behavior, and you act on what you felt. The more you focus on "I don't want to do this," the stronger it draws you into its web.

Ignoring a temptation is far more effective than fighting it. Once your mind is on something else, the temptation loses its power. So when temptation calls you on the phone, don't argue with it, just hang up!

Sometimes this means physically leaving a tempting situation. This is one time it is okay to run away. Get up and turn off the television set. Walk away from a group that is gossiping. Leave the theater in the middle of the movie. To avoid being stung, stay away from the bees.

Do whatever is necessary to turn your attention to something else.

Spiritually, your mind is your most vulnerable organ. To reduce temptation, keep your mind occupied with God's Word and other good thoughts. You defeat bad thoughts by thinking of something better. This is the principle of replacement. You overcome evil with good (Romans 12:21).

Satan can't get your attention when your mind is preoccupied with something else. That's why the Bible repeatedly tells us to keep our minds focused: "Fix your thoughts on Jesus" (Hebrews 3:1 NIV).

"Fill your minds with those things that are good and that deserve praise: things that are true, noble, right, pure, lovely, and honorable" (Philippians 4:8 TEV).

If you're serious about defeating temptation you must manage your mind and monitor your media intake. The wisest man who ever lived warned, "Be careful how you think; your life is shaped by your thoughts" (Proverbs 4:23 TEV).

domingo, 9 de maio de 2010

Liderança: Envolvimento Total

Eu e um colega acabamos de dar um curso de Auto-Liderança e falamos muito da importância de gerenciar bem sua energia mais do que seu tempo. Logo em seguida, um amigo coach escreveu um ótimo artigo, que coloco aqui para compartilhar com todos.

Você não precisa de mais tempo.
Você precisa de mais energia!


O excesso de compromissos, as intermináveis reuniões e a correria do dia a dia têm feito muitos profissionais viverem em um constante estado de estresse. Para muitos o dia não rende e a sensação é de que sempre falta algo a fazer. Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association diz que 70% dos brasileiros sofrem de estresse no trabalho, porcentagem semelhante à de países como a Inglaterra e os Estados Unidos.

Se você observar algumas dessas pessoas, vai ver que sua respiração é curta (na altura do peito), os ombros são tensos, os olhos quase “esbugalhados” por causa do excesso de cafeína, taquicardia, irritabilidade e síndrome do pânico são comuns por causa das pressões por resultados. O que fazer? Como eliminar esse ciclo vicioso e ser produtivo sem enfartar antes dos 40 anos?

A primeira coisa a fazer é observar como está seu desempenho atual. Seja sincero (a) e responda para si mesmo (a) – Eu vivo atolado (a), correndo e apagando incêndios o tempo todo? Ou tenho tempo e energia para fazer o que gosto e ainda investir em meu desenvolvimento pessoal? Para a maioria das pessoas a resposta mais comum é de que não conseguem investir em si mesmas porque não tem tempo. Muitas pessoas, inclusive, sentem-se culpadas por trabalharem tanto, mas também sentem que estão presas nesse ciclo.

Eu digo que você não precisa de mais tempo e sim de mais energia. Os autores do livroEnvolvimento Total - Gerenciando Energia e não tempo, Jim Loehr e Tony Schwartz, afirmam que a melhor maneira de ter a pessoas completamente envolvidas no trabalho é encontrar uma forma de diminuir o estresse e aumentar a energia de todos os colaboradores. Loehr e Schwartz criaram o programa “Atleta corporativo”, que tem como objetivo melhorar o desempenho no trabalho e restaurar o equilíbrio na vida pessoal. O trabalho começou com atletas de alto desempenho como Pete Sampras e Mônica Seles, Ernie Els, do golfe e Eric Lindros, do hóquei. Eles acreditam que a fórmula do alto desempenho está na administração eficaz da energia.

Aumente a demanda


Assim como os halterofilistas aumentam gradativamente a carga dos halteres a um nível quase insuportável, com a intenção de “estressar” os músculos para que depois o descanso os ajude a criar novas fibras musculares e o músculo aumente. O atleta corporativo precisa equilibrar momentos de estresse com momentos de recuperação e descanso. Para o halterofilista é justamente no momento de descanso, que o músculo se recupera e cresce, sem isso, o estresse muscular fatalmente causaria lesões. Da mesma forma que para uma pessoa o estresse em excesso pode causar sérios danos.
A proposta deles é de que se você quer expandir suas capacidades, precisa trabalhar vigorosamente (forçar os limites) durante um período limitado de tempo e criar intervalos de recuperação, assim como fazem todos os atletas.

Eles exemplificam que você pode fazer como alguns jogadores de tênis que conseguem se recuperar da tensão, pressão e estresse de uma partida em apenas 60 segundo, enquanto pegam novas bolas e se preparam para mais um saque. Portanto, falta de tempo não deveria ser uma desculpa para que você comece a se equilibrar e resgatar sua energia

Você pode (e deve) fazer intervalos de 5, 10 ou 15 minutos a cada período de 90 a 120 minutos de trabalho concentrado. Uma ida ao banheiro, tomar água ou levantar da cadeira para fazer um alongamento podem ser estratégias para sair do estado hipnótico que muitos entram ao permanecerem trabalhando durante um período muito extenso. Algumas empresas perceberam que vale a pena investir no funcionário e possuem “espaços de recuperação”. Ambientes preparados para ajudar as pessoas a encontrarem maior equilíbrio. Como você já deve saber, pessoas felizes e equilibradas são mais produtivas.

Minha outra recomendação é que você fique atento (a) à sua alimentação, que pode ser causadora de estresse. Livre-se dos excessos de estimulantes tais como café, refrigerante, doce e carboidratos de rápida absorção. Procure comer alimentos leves e nutritivos, fuja desesperadamente dos lanches rápidos e beba bastante água.


Forte abraço

Fernando Oliveira

www.fernandooliveira.com.br

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Auto-liderança: Coaching para Jovens

Eu já fiz coaching com meus sobrinhos, e os dois gostaram muito. Para jovens, é mais um exercício de auto-conhecimento, valores, e aprender a se planejar e ter mais disciplina. Só o fato de se conhecerem melhor valida quem eles são e ajuda na escolha da carreira de acordo com suas características e valores. No coaching, não se faz sugestões ou dá conselhos. A pessoa vai descobrindo sozinha, de acordo com o lugar que está em sua jornada, qual o seu próximo passo. Ela escolhe para onde quer crescer, como e quão rápido. Nos treinamentos de auto-liderança, destacamos que devemos buscar potencializar nossas forças e gerenciar nossas fraquezas. Não tem como eliminar fraquezas, só podemos aprender a gerenciá-las para não atrapalharem. E potencializamos o que temos de forte para ser o que usamos mais. Faz sentido?

Também acho que coaching é bem interessante para as escolas, pois os jovens precisam aprender a auto-liderança para serem os profissionais que as empresas buscam - com inteligência emocional e competências de liderança. Tudo que aprendem na escola é o de menos quando se busca um trabalho com outras pessoas. Claro que vai do nível de maturidade de cada um. E tem que se respeitar as características individuais. Mas o coaching ajuda a pessoa a encontrar o tipo de trabalho que ela vai ter paixão por fazer por se encaixar no seu perfil, não necessariamente no que os pais sonham para ela...

Só para ficar claro, coaching não é terapia. Não se trabalha o passado. É voltado para o futuro. Fala-se no passado para fazer o diagnóstico da situação atual e crenças limitantes, mas é totalmente focado no futuro.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Poder e Autoridade - James Hunter

Contribuição de Luiza Helena Ferraz da Cocal, Paraguaçu Paulista

Poder e autoridade

Na dinâmica da vida social o poder exerce forte fascínio sobre as criaturas.

Muitas pessoas desejam ocupar cargos que lhes conceda poder sobre outros indivíduos, mas poucas sabem exercer esse encargo com autoridade.

Ter poder não é o mesmo que ter autoridade.

O poder "é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer."

A autoridade é "a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que quer, por causa de sua influência pessoal."

Para exercer o poder não é necessário ter coragem nem inteligência avantajada. Crianças menores de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais.

A história da humanidade registrou os feitos de muitos governantes déspotas e insensatos.

Mas, para ter autoridade sobre pessoas é preciso um conjunto de habilidades especiais.

Uma pessoa pode exercer autoridade mesmo não estando num cargo de poder, enquanto outra pode estar no poder e não ter autoridade alguma sobre seus subordinados.

Em uma sociedade injusta, o poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado.

As pessoas podem ser colocadas no poder porque são parentes ou amigas de alguém, porque têm dinheiro, uma posição social de destaque ou outra conveniência qualquer.

Mas com a autoridade isso não ocorre.

A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada. Diz respeito a quem você é como pessoa, ao seu caráter e à influência que exerce sobre terceiros.

Para estabelecer autoridade, o líder precisa ser honesto, confiável, responsável, respeitoso, entusiasta, afável, justo, dar bom exemplo, ser bom ouvinte.

Quem não tem autoridade pensa só nas tarefas e exige que suas ordens sejam cumpridas.

Quem tem autoridade pensa nas tarefas, mas cuida também dos relacionamentos.

No processo administrativo há sempre essas duas dinâmicas em jogo: a tarefa e o relacionamento.

Atender uma, em detrimento da outra, é caminho curto para o fracasso.

E conseguir o equilíbrio entre ambas é uma característica de quem exerce liderança com autoridade.

Assim sendo, se você é um líder e precisa lembrar isto às pessoas, é porque você não é.

Mas se você não está no poder e mesmo assim as pessoas buscam suas orientações, é porque você tem autoridade.

Pense nisso, e lembre-se: liderar é executar as tarefas que estão sob sua responsabilidade ao tempo em que constrói bons e duradouros relacionamentos.

Pense nisso!

O líder ideal é aquele que, pela sua autoridade intelecto-moral, inspira os seus colaboradores e os eleva à condição de amigos.

Quem tem autoridade efetiva não teme perdê-la ao se aproximar dos outros e tratá-los exatamente como gostaria que os outros o tratassem.

Assim, se você é responsável pela condução de outros seres, medite quanto à responsabilidade que lhe cabe sobre os destinos dessas pessoas e procure ser alguém com autoridade, e jamais apenas alguém que detém o poder.

Pense nisso, e procure ouvir os que convivem com você mais de perto.

com base no cap. 1, do livro O Monge e o Executivo, de James C. Hunter, ed. Sextante.

quarta-feira, 31 de março de 2010

FOLLOWERSHIP

É uma pena que não exista uma palavra em português que traduza bem o conceito de "Followership". O papel do seguidor é tão importante quanto o do líder. Sem o seguidor, não há liderança.
No momento existe um debate (é só checar o grupo de Followership no site da ILA-International Leadership Association) se devemos continuar a usar a palavra, já que o conceito de liderança colaborativa implica que não há mais meros "seguidores", mas somos todos co-líderes, colaboradores. Esta é uma idéia interessante, já que todos compartilhamos a responsabilidade pelo resultado.
Mas existe uma responsabilidade mais pesada em cima dos líderes. O papel do seguidor é dar todo apoio, opinar, ajudar a sustentar o líder para caminhar em direção à visão. E, como diz John Maxwell, não existe um bom líder que não tenha sido um bom seguidor. Quando aprendemos a seguir bem, aprendemos a liderar bem.
Existem lições que aprendemos ao sermos bons seguidores, como obediência, submissão e humildade, que nem sempre temos como aprender se formos sempre líderes. E essas qualidades são fundamentais para a construção de caráter de qualquer pessoa, qualquer que seja sua posição.
Quer a palavra continue ou não, o conceito deve continuar, pois sempre nos veremos subordinados a alguém, mesmo quando tivermos posição de liderança. E isso é bom. Nos mantém na linha. É a tal da "accountability" (outra palavra difícil de traduzir).
Então, quer estejamos liderando ou seguindo, sejamos submissos uns aos outros, nos apoiando, respeitando e valorizando. Cada papel é importante.

quarta-feira, 17 de março de 2010

O Poder do Coaching

Fiz o curso de coaching de vida e coaching executivo no final de 2009. Foi uma experiência transformadora. Foi como se a última peça do quebra-cabeça se encaixasse. E cada curso complementar que faço, acabo tendo revelações a meu próprio respeito que me deixam embasbacada. Isso acontece às vezes num exercício de 7 minutos. Imagine o que pode acontecer em 10 a 12 sessões!
E o que coaching tem a ver com liderança? TUDO. Você aprende a liderar a si mesmo, que é o primeiro passo para ser um bom líder.
Aconselho a todos que estão envolvidos com liderança, ou querem se envolver, a procurar um bom coach de vida. Eu achava que já me conhecia bem, mas hoje percebi que ainda me surpreendo a cada virada. A vida realmente é uma aventura. Se você não assumir a direção, outros irão dirigir você.